
Eu desço.
Uma semana dentro da sua operação. Compras, ficha técnica, escala, desperdício, precificação. Eu olho o que o relatório de vendas não mostra.
Fatura alto.
Sobra quase nada.
O dinheiro não some no banco.
Some aqui dentro.
Eu desço até onde ninguém olha.
E mostro, em número, onde cada centavo vai.
Diagnóstico, método e acompanhamento, até a conta fechar do seu lado.
Fatura alto e sobra quase nada? O problema não está na venda. Está no caminho entre o pedido e o caixa.
Quero o diagnósticoQuando perguntam a quem trabalha em restaurante quanto sobra de cada real vendido, a resposta vem entre vinte e trinta centavos. O lucro líquido médio de quem opera no positivo não passou de dez por cento. A diferença entre o que você acha e o que é cabe inteira no seu bolso, e é ela que eu vou buscar.
Faixas de referência do setor. No seu restaurante os números são outros, e o primeiro passo é descobrir quais.
Isso é um mês bom.
Num mês ruim, a última fatia come o resto.
Meu trabalho mora nas fatias que você nunca mediu.
Eu passei a minha vida profissional dentro de restaurantes, não em cima deles. Sei o que é o salão cheio às nove da noite e o caixa vazio no dia cinco. Não vendo fórmula. Eu entro, leio os seus números, encontro onde o dinheiro escapa e fico até o seu restaurante andar sozinho.
Quem trabalha só no feeling tem mais chance de errar. Eu troco o feeling por número.

Uma semana dentro da sua operação. Compras, ficha técnica, escala, desperdício, precificação. Eu olho o que o relatório de vendas não mostra.

Você recebe o mapa do seu próprio dinheiro. Onde entra, por onde escapa, e quanto cada vazamento custa por mês, em reais.

Plano, rotina semanal e a equipe treinada para sustentar. Eu saio quando o número se mantém sem mim, não antes.
Eu leio o seu restaurante e te entrego o mapa. Uma semana de imersão, relatório com os vazamentos em reais, e um plano de ação que você consegue executar sozinho se quiser.
Diagnóstico mais encontros quinzenais comigo por três meses. Eu acompanho os números com você, ajusto o plano e seguro a sua mão nas decisões difíceis.
Eu opero junto com você por seis meses, com meta de resultado acordada no começo. Compras, cardápio, precificação, escala e equipe. Saio quando o número se mantém sem mim.
O preço depende do tamanho e do estado do seu restaurante. Eu falo o valor na primeira conversa, antes de qualquer proposta.
Faixas de referência do setor de alimentação fora do lar. Servem de régua, não de promessa.
Quase sempre o relatório ficou na gaveta porque ninguém ficou para executar. Eu entrego o diagnóstico e depois acompanho a execução semana a semana. Se você só quiser o mapa, o diagnóstico sozinho existe e é honesto.
É o contrário. Quanto menor a operação, mais cada vazamento pesa. Um desperdício de quinze por cento das compras dói muito mais em quem fatura oitenta mil do que em quem fatura oitocentos.
Eu vou até você, no seu horário, dentro da sua operação. A maior parte do meu trabalho acontece olhando as suas compras e a sua cozinha, não numa sala de reunião.
Os ajustes de compra e de ficha técnica aparecem no caixa em trinta a sessenta dias. Mudança de precificação e de cardápio leva um ciclo a mais. Eu digo o prazo realista de cada coisa no diagnóstico, não antes.
Só se o cardápio for o problema, e eu vou te mostrar em número por que é. O seu prato não é da minha conta, a margem dele é.
Não. Se estiver tudo num caderno, a gente começa pelo caderno. Organizar o número faz parte do trabalho, não é pré-requisito dele.
Eu leio cada mensagem pessoalmente. Sem formulário automático, sem equipe de vendas no meio.
Eu respondo pessoalmente, em até um dia útil.